Caminhos

“De nada adianta ter a melhor arma do mundo, a melhor munição e a melhor pontaria se não definir um alvo. A “arma” em nossa Causa Federalista é o voto. O “alvo” é este modelo de administração e (des)organização do Brasil” (Thomas Korontai - Presidente Nacional)
 
Uma Esperança da Redenção Brasileira

A estratégia do Partido Federalista, em linhas gerais, se baseia no anseio de uma “virada de mesa” por parte da Sociedade Brasileira, uma vez que se tornem amplamente conhecidas as propostas federalistas. É relativamente simples: quando estivermos presentes em todos os estados e na grande maioria dos municípios brasileiros com a mensagem federalista sendo amplamente absorvida pela Sociedade Brasileira, há forte possibilidade de vitória eleitoral em eleições majoritárias, quando for possível participarmos, tanto do ponto de vista legal quanto logístico, elegendo-se, certamente, um Presidente da República, muitos governadores, senadores, deputados federais e estaduais. Podemos fazer isso em 2014, começando com as eleições de 2012, elegendo uma boa base de prefeitos e vereadores. Basta oferecer tal oportunidade, e o povo saberá  decidir com o voto.

Cremos que já há uma conscientização popular quanto ao valor do voto, até mesmo pelas camadas mais humildes da Sociedade Brasileira, embora isso não seja reconhecido pelos políticos atuais, os quais insistem em não aprovar o voto não obrigatório, “determinando” portanto,que o povo não tem condições de decidir por si, inclusive de exercer o direito de não votar.

Há, infelizmente, incompreensão sobre o que seja realmente, democracia e como ela pode ser aprendida.

Só há um jeito, da mesma forma que o aprendizado da natação: praticando-a. 

Há um consenso que vem se formando nos debates em torno das propostas federalistas e das eleições de 2014: será um plebiscito entre o federalismo e o continuísmo. Mesmo porquê o Partido Federalista é o único que tem credibilidade e conhecimento técnico, conceitual e filosófico/doutrinário para propor  as reformas estruturais dentro do federalismo.  

REFERENDO CONSTITUCIONAL

Mas de nada adianta eleger um Presidente da República, por melhor preparado e bem intencionado esteja. As forças corporativistas do aparelho público, os interesses políticos, financeiros, escusos e toda sorte (ou azar) que permeiam pela Capital da República e em todo aparelho de Estado, minam toda e qualquer tentativa de reformas. As casas legislativas se transformaram em “cemitérios de ideais” e o Executivo se torna vítima desse processo, passando a agir ditatorialmente através de MPs (Medidas Provisórias) criando cada vez mais, pontos de tensão no relacionamento com o Legislativo.

Desta forma, de nada adiantaria uma Assembléia Nacional Constituinte para elaborar uma nova Constituição, porque repetiríamos 1988 e teríamos uma nova “colcha de retalhos”.

Resta apenas o caminho que idealizamos que é apresentar previamente às eleições majoritárias, um texto pronto de Constituição, como peça de campanha, não como projeto de governo mas como Projeto de Nação. Será isto que o Povo tomará conhecimento, de maneira que, saiba que será necessário eleger o Presidente da República para que este possa ter os poderes necessários para convocar o Plebiscito Nacional Constitucional, com o referendo do Congresso, que não se negará a participar do projeto que o Povo demonstrou querer nas urnas eleitorais.

Com a ocorrência do Plebiscito Constitucional, o novo texto entra em vigor no dia seguinte da confirmação dos resultados, legitimando-se política e legalmente uma nova Carta Magna para a Nação. Sob esta nova Carta é que se processarão todas as transformações do modelo de Estado para uma nova Federação, com os estados federados e seus municípios e comunidades adaptando-se ao novo regime de liberdade e autonomia, produzindo suas leis, códigos e constituições.


É sem dúvida um Projeto de Nação, adotando-se a única “ferramenta” que permitirá que o povo década localidade, de cada estado, produzam suas soluções objetivando a vivência, a convivência e a prosperidade!

Portanto, nosso plano é concorrer nas eleições em  2012 e 2014,  em todos os níveis, e principalmente à Presidência da República, oferecendo essa oportunidade plebiscitária à Sociedade Brasileira, de decidir, finalmente, sobre os destinos da Nação, pela primeira vez na História do Brasil.